|
what is this game we're playing?
|
|
|
| ONCE AGAIN IT'S MY PARTY... |
[23 Jun 2009|11:59pm] |
| [ |
mood |
| |
happy |
] |
| [ |
music |
| |
"jolene" - dolly parton |
] |
 ... and I'll keep it quiet if I want to.
P.S.: But if you wanna really know, after everyone was done pretending they forgot about it, I had the happiest birthday in years, full of love and surprises. Thanks to tiny little family, few close friends and my dearest Argentinean one. :)
|
|
| QUICK NERUDA'S NOTE |
[31 May 2009|02:10am] |
| [ |
mood |
| |
thoughtful |
] |
| [ |
music |
| |
"lies" - glen hansard |
] |
Cais, às vezes, afundas em teu fosso de silêncio, em teu abismo de orgulhosa cólera, e mal consegues voltar, trazendo restos do que achaste pelas profunduras da tua existência.
|
|
| KINHO'S FOOL |
[01 Apr 2009|08:57pm] |
| [ |
mood |
| |
good |
] |
| [ |
music |
| |
the sound of silence |
] |
Voltei. (...) NOT!
|
|
| QUICK NOTE - PART II |
[31 Mar 2009|08:51pm] |
| [ |
mood |
| |
good |
] |
| [ |
music |
| |
the sond of silence |
] |
If you're not in Argentina, Argentina comes for you. March was kind and gave me the most wonderful weekend in a very long time. Things are looking up, but I'm not ready to come back here.
|
|
| QUICK NOTE |
[28 Feb 2009|08:43pm] |
| [ |
mood |
| |
good |
] |
| [ |
music |
| |
the sond of silence |
] |
Forget about Carnival and the best Oscar cerimony in years! February was all about Argentina - and I'll keep it this way.
|
|
| THE WAY I AM |
[15 Jan 2009|01:46am] |
| [ |
mood |
| |
thoughtful |
] |
| [ |
music |
| |
"the way we were" - barbra streisand |
] |
Por estar à mercê de meus confusos sentimentos, mais uma vez preciso juntar os meus caquinhos e fugir. Uma escapada estratégica, na verdade; um retiro que me permitirá enxergar melhor tudo que continua me afligindo de forma avassaladora. Irei dirigir meus pensamentos para outros lugares e pessoas, esperando a hora correta para encarar toda essa história truncada, entendendo motivos e reviravoltas, buscando por um desfecho definitivo que me libertará. Em outras palavras, abafarei temporariamente minhas vontades em terras portenhas, evitando confrontos precipitados com o Tio Sam. Nesse meio tempo, deixarei ligeiras atualizações no Twitter. E quem sentir minha falta, saberá onde me encontrar.
OU
Right now it lacks me the strength to say your girl is lovely, Hubbel - but I really see myself doing that eventually. And when the day is come, I do wish it will free me up for good, exactly like Carrie. Until there, I need start avoiding my emotions, so I can see the big picture. And I dare say it, I need to kill this self I'm being, so I can be born again as someone stronger. Taking risks, taking chances. And If you ever miss me, you know where you can find me.
|
|
| GG'09 |
[13 Jan 2009|05:20pm] |
| [ |
mood |
| |
awake |
] |
| [ |
music |
| |
"on a day like this" - elbowa |
] |
I'm sorry!"
Se ano passado a greve dos roteiristas deixou todo mundo a ver navios, este ano o Globo de Ouro trouxe de volta toda aquela bichice de tapete vermelho, beijinhos ao vento, discursos clichês, piadinhas sem graça de apresentadores mal vestidos... E tudo aconteceu da maneira mais boring possível. Falta particular de estímulo para o repetitivo mundo cinematográfico atual ou profundo desdém por essa onda irritante que insiste em pintar o onipresente "Slumdog Millionaire" como a melhor coisa do mundo da última semana (veja bem, eu não assisti o filme, sequer conferi o trailer, mas sigo nutrindo essa antipatia gratuita pela produção, assim como fiz com "Crash" há uns ano), a verdade é que tudo foi muito nos conformes, seguro, repetitivo e exatamente por isso, chatinho. A antiga regrinha de premiação fragmentada onde não há um grande filme vencedor, mas vários filmes dominando os vários troféus principais, foi para o espaço e o que restou foi uma irritante sensação de deja vu na maioria das categorias. Mas verdade seja dita, nem só de agruras se fez a noite! Depois da originalidade de algumas indicações pra lá de bacanudas (Olá, Brendan Gleeson!), foi a hora e a vez de agradáveis surpresas como a vitória da querida Anna Paquin por seu talento indiscutível em "True Blood" e a virada do Colin Farrel e seu "In Bruges". Outras vitórias apesar de não terem sido surpresas, foram igualmente festejadas. Heath Ledger se fez presente e "WALL·E" se firmou como a Melhor Animação que é, ainda que muito mal apresentada. E mesmo sem Woody "Vicky Cristina Barcelona" foi a Melhor Comédia. Pena que Michael C. Hall, Rachel Griffiths e Christina Applegate seguiram injustiçados. Em suma, vinte e cinco categorias, vinte e duas apostas, doze acertos e um surpreendente combo Kate Winslet. Tem como não gostar? :)
( And the winners were... )
|
|
| FIRST STEPS INTO 2009 |
[11 Jan 2009|05:07am] |
| [ |
mood |
| |
sad |
] |
| [ |
music |
| |
ryan adams |
] |
Depois de um Natal insosso, sem qualquer emoção (salvo raras exceções como o fato d'eu ter montado em uma moto envenenada, fumado a Bíblia e retribuído os beijinhos de Judas que recebi de uma ex-amiga que resolveu aparecer), doismilenove surgiu quando eu já havia perdido todas as minhas esperanças. Andando sozinho pelas ruas de uma cidade vazia, observando a alegria proveniente de casas diferenciadas que iluminavam meus caminhos de forma simples e literal, meu Reveillon encenou, com sérias restrições orçamentárias, algumas das melhores cenas de "It's a Wonderful Life" - o problema é que na vida real não aparece nenhum anjo enfatizando momentos únicos que irão mudar a sua vida para sempre. No dia seguinte, então, acordei decidido a me perder. Decidi tentar uma vez mais me lançar em algo que apesar de não fazer parte do cotidiano que entendo, poderia de alguma forma encontrar um eu que atualmente não vivencio. Em suma, colocar em prática tudo aquilo que ouço há uns meses agora, como se todas as minhas angústias pudessem ser explicadas pelo simples fato d'eu não estar me movimentando o suficiente. E assim, entre outros pequenos acontecimentos diários, desembarquei em uma das pequenas ilhas que compõem aquela região de Itacuruçá.
Calor, praia, gente bonita, primeira vez dentro de um barco e toda a atmosfera juvenil que definitivamente não faz a minha cabeça. De qualquer forma, não pensei duas vezes em arregaçar mangas e... Taí, se as camisetas têm manga, o que teriam as bermudas, calças e shorts? Enfim, arregacei aquilo lá também! E me joguei na água estupidamente salgada, na areia do vôlei de praia e nas conversas descompromissadas. Atravessei mata fechada, fazendo descalço trilhas radicais; conquistei pontos ao bloquear as bolas - ui! - de um negão no jogo de vôlei; fui aterrorizado por uma mariposa stalker que insistia em dormir no mesmo colchonete que eu (porque não importa o lugar, sempre haverá personagens do gênero para me levar às raias da loucura-pastelão)... Só que os dias passam, o Sol vai embora e não importa o quanto você se esforce para não se perder dentro de si mesmo, chorando sentimentos que você sequer sabia que existiam, a verdade é que tanto quanto pensamentos são difíceis de controlar, as pessoas no final das contas não são responsáveis por aquilo que elas cativam. Mas talvez seja somente esta época do ano.
A gente sempre espera que a simples passagem de um ano para o outro minimize angústias e encha nossos corações desesperados com a esperança revigorante capaz de cicatrizar a alma mais castigada, mas isso, infelizmente, não acontece só porque o calendário da sua parede foi substituído. Doismilenove chegou há um tempo, mas nada mudou. Sozinho, sem ninguém que realmente se importa, sigo procurando substituições para saciar as vontades que já não podem ser alimentadas. Sufocado, retenho pensamentos massacrantes por não conseguir inspirar o que não te contém. Desanimado, descrevo tudo com tom canastra de literatura de quinta. E assim vou levando meus dias de Cláudia, sentado, esperando a confusão passar.
|
|
| DOISMILEOITO RETRÔ |
[31 Dec 2008|11:07pm] |
| [ |
mood |
| |
retrospectivo |
] |
| [ |
music |
| |
"the way we were" - barbra streisand |
] |
"It was the best of times, it was the worst of times." Eu não sei o que levou Charles Dickens a escrever tal frase, mas posso apostar que secretamente ele estava tentando definir em palavras um ano que assim como este que termina, se apoiou na intensidade atribulada dos acontecimentos para... acontecer. E de atitude bipolar, alternando um semestre de pura cintilância com outros seis meses de amargurante vazio existencial, doismileoito aconteceu da melhor e da pior forma possível, confrontando a força vertiginosa das muitas descobertas sentimentais - e independente evolução interna - com a amargurada sensação de perda, enfiando os pés pelas mãos na tentativa de não só manter a qualidade do ano passado, mas superar aquele que foi pintado como melhor ano da minha vida.
Depois de um Reveillon sem fogos de artifícios, janeiro chegou sem alardes, embalado por pequenas surpresas, trazendo também as neuroses em forma de burocracia e dois terçóis malignos que chacoalharam minhas estruturas, mas não conseguiram impedir meu status de companion de acontecer da forma mais bonita e americana possível. Fevereiro, muito camarada, prolongou minhas cintilâncias festejando um Carnaval atípico, em uma Nova Iorque tão gelada quanto romântica, que sequer escrevi a respeito. Pena que o dever chama, o sonho acaba e a única coisa que serve de consolo são as divagações em cima do Oscar antes de retornar à rotina sufocante de março, que apesar de render ótimas Maratonas cinematográficas e rotinas de trabalho extremamente amenas, resolveu brincar de apertar minhas saudades até que eu pudesse voltar ao meu aconchego, brincando de casinha com quem, de uma maneira bem particular, me fez muito feliz. Por isso em abril, após completar cinco anos de LJ, usei a Páscoa como desculpa para um novo retorno e voei para o Colorado, deixando a vida me chupar gostoso. E maio me brindou com uma intensa roadtrip, que começou em Tampa e cruzando alguns bons Estados, inclusive aquele que comporta a querida New Orleans de aventuras ainda não escritas, terminou em Houston como se adivinhasse que junho - pouco antes do meu aniversário, dias depois de um Dia dos Namorados fictício - colocaria um ponto final em mim.
Vazio diante à masturbação emocional que sem dó nem piedade me enfiei, procurei respostas, encontrei mentiras e destruí a mim mesmo com pensamentos que me independiam. Olhos marejados, alma inexpressiva, coração partido. E assim chegou julho com suas tentativas frustradas de voltar a me ser, buscando em movimentos descompassados, copos de plástico e bocas aleatórias, a completude perdida. Processo superficialmente divertido, de humilhante autosabotagem contemplada por rostos que apesar de prestativos, nunca me disseram muito. Além disso, busquei em músicas e filmes todas as necessárias palavras que me inexistiam. Palavras essas que só encontrei em São Paulo, que me deu a mão, fez cafuné e me ajudou a lidar com meus pontos fracos de maneira carinhosa e real até meados de agosto, que então se firmou como uma nova tentativa sofrível de fingir que tudo está muito bem, focando em filmes, trabalhos, bares e todas as pessoas superficiais ao longo do caminho, a atenção que eu precisava para não me afogar em mim mesmo e em todos os sentimentos enviesados que não consegui esquecer - ufa!
Quando as manhãs de setembro chegaram eu ainda não havia esquecido minhas tristezas, mas ao menos eu estava confortável com meu emprego de merda e interagindo diariamente com um novo grupo de supostos amigos que encontrei em muitas andanças ao redor do fundo do poço. Não deixei de sair de casa um dia sequer e quando dei por mim estava dentro de uma rotina à la "Sex and the City" - só que sem direito a sexo, glamour e uma cidade completa, com tudo que eu tenho direito. Por isso embarquei de volta a Sampa, encontrando na vida de vila quase tudo que eu, no auge da minha insatisfação, estava precisando. Também pernoitei na Cinelândia depois de muitas pizzas e caminhadas deliciosas pela orla carioca. E em outubro, logo após todo o climão provocado pelas Eleições, foi a vez do Sul me mostrar que não importa o lugar, você não conseguirá fugir de si mesmo. Por isso decidi parar um pouco, respirar fundo e aceitar com mais gratidão todas as coisas boas que as pessoas - fisicamente - mais próximas estavam fazendo há meses para me ajudar a sair do meu coma existencial.
De todos os meses do ano até então, novembro foi o único que resolveu dar um coice no meu TOC e se firmou como o mês em que eu não viajei. Troquei o tênis de corrida por um chinelo velho, voltei minha atenção à mim e ainda que tenham aparecido as festas mais bacanas da temporada - duas de aniversário, uma delas à fantasia -, que definitivamente conseguiram arrancar muitos sorrisos de mim, e também os incisivos programas de quarta em shoppings variados, a verdade é que eu não consegui resgatar por completo minha cabeça das garras do do passado - e conseqüentemente me desvencilhar da maré de azar que seguiu a me inundar. E foi diante dessa atmosfera opaca, sem amor, glória e o herói que fugiu do meu céu, que chegou dezembro cheio de esperança, resgatando pequenos prazeres como a Maratona e o carro rosa, desenhando novos acontecimentos como dois finais de semana seguidos em Macaé, baladas e, principalmente, libertando minha mente para uma vez mais, voltar a planejar.
Na internet conquistei o meu Twitter e me reinventei com Facebook, deixando um pouco de lado o Orkut ao me viciar em jogos como Packrat e na arte de stalkear. Orangotag e Flixter que eram bons, deixei de lado. E no lugar entrou a novidade do Blip.FM, que confrontado com o Last.FM, perdeu feio no quesito assiduidade. Também dei continuidade no famigerado Flickr, mas nada relativamente extraordinário. Até mesmo culturalmente falando, não fiz muito. Não bastasse ter lido apenas dois míseros livros e assistido pouquíssimas peças teatrais, depois de quatro anos minha média cinematográfica caiu vertiginosamente. Somente 130 filmes ao longo de doze meses - onde trinta e oito vieram através da telona e apenas onze falados em qualquer outra língua que não o inglês. E todos eles consideravelmente novos, já que o mais antigo foi filmado na década de noventa. Poucas animações, nenhuma temática homossexual relevante... Acho que o que bombou mesmo foram os aparelhos de som - em menor escala a televisão, mas sobre isso eu já comentei.
Não fui atingido diretamente pela crise mundial, não participei ativamente da Febre Obama, não superei meus limites na busca por uma medalha olímpica e não ajudei a sapatear nosso camarada Bush. Também não fui jogado do alto de um prédio como a Menina Isabela, não fui vítima de um crime passional como a Menina Eloá e tão pouco fui desabrigado por conta dos desastres naturais no Texas e em Santa Catarina - ambos Estados cuja conexão sentimental ainda me persegue. Ainda assim este ficará marcado como o ano que conseguiu me dobrar. De Mr. Big à Carrie Bradshaw; de Jack Twist a Ennis Del Mar; de Brian Kinney a Justin Taylor, eu mudei. E se antes eu tinha receio do novo e de vivenciar o que não entendia - bancando Clarice ao querer sempre ter a garantia de pelo menos estar pensando que entendo, negando a desorientação -, a verdade é que em doismileoito me permiti o prazer de caminhar às escuras e pela primeira vez em minha vida pude contar histórias utilizando frases completas, conquistando por mim mesmo novos níveis de intimidade e autoconhecimento, fossem eles fáceis ou doloridos. E se ao me jogar de cabeça acabei me esborrachando no chão, não posso culpar o calendário.
Por mais clichê que possa parecer, aceitei a vida como um mecanismo que independe de mim, um liquidificador de altos e baixos, e aprendi a aceitar minhas próprias falhas, conseqüentemente compreendendo as falhas alheias. Não que de uma hora para a outra eu tenha deixado de desejar o extraordinário, mas este ano aprendi que o extraordinário pode ser simples e rotineiro. Ainda que meus olhos atualmente cinzas queiram buscar apenas as mazelas de um ano intenso, a verdade é que festejei durante a maior parte do tempo uma felicidade original e diária, embasada na cintilância intrínseca. Por isso, descubro agora, me dói tanto revisitá-lo! Porque de alguma forma já não consigo perceber a simplicidade poética dos dias que seguem a me escapar, sofrendo a dor de quem sobrepôs em um só - cambaleante - pilar toda a consistência adquirida em um ano maravilhoso, que desmoronou na intensidade de sua vicissitude - ui! Em suma, acima do bem e do mal, perdido entre o melhor e o pior, doismileoito será definido como o ano mais poderoso que consegui atravessar. Aquele que me fez perder a mim mesmo e exatamente por independer de mim, me encontrar. Encontrar-me nos desencontros certeiros, nas coincidências atemporais, nas viagens fantásticas, na virtualidade necessária, no cotidiano simplório, nas pessoas de marca registrada, nas palavras redentoras e no relacionamento surreal que me transformou. Difícil agora será superar o medo de continuar caminhando de olhos fechados - ou muito pior, medo de que tudo a partir de agora cheire a anticlímax. Mas isso já é um assunto para doismilenove resolver.
( Quizz me up! )
|
|
| 2008: THE BEST SO FAR |
[29 Dec 2008|04:20am] |
| [ |
mood |
| |
prolixo |
] |
| [ |
music |
| |
duffy, cat power, aimee mann, jay brannan, j.hud, ryan adams & the cardinals. |
] |
Deixando de lado a famigerada e velha conhecida crise pós-natal - aquela que cria uma espécie de período de transição onde sensações atravessadas são enfileiradas dentro de você, aguardando um ano novo que parece não chegar mais)-, o bom do final do ano é poder listar descaradamente tudo aquilo que apareceu de bom no ano já agonizante. E por aqui doismileoito foi, definitivamente, o ano das viagens. Mas como isso é um assunto que ainda me deprime, prefiro focar minha atenção em coisas mais produtivas como, por exemplo, minha eterna prolixidade. E é dentro desse mundo particular que surgem as listas intermináveis que na tentativa de registrar o panorama cultural anual de acordo com o seu umbigo, vão selecionando os filmes, peças teatrais, livros e discos que você acredita piamente serem as melhores coisas do mundo - pelo menos até a chegada de um ano seguinte que, se você tiver sorte, fará você rir de si mesmo e suas escolhas absurdas. De Adele ao Pequeno Príncipe, passando pelos peitos da Penélope Cruz e o dote do Brent Corrigan, lá vou eu.
( FOLLOW ME! )
|
|
| CINEMA 2008 - AND GG'S NOMINATIONS |
[18 Dec 2008|02:34am] |
| [ |
mood |
| |
blah |
] |
| [ |
music |
| |
ryan adams & the cardinals |
] |

Você pode até torcer o nariz para a melancolia repetitiva dos posts de dezembro, mas também precisa admitir que alguma coisa está muito errada quando os posts cinematográficos do Kinho viram fumaça. Ao contrário de doismilesseis e doismilessete, doismileoito não despertou o tesão genuíno que deixava minha bunda dormente do prazer de sentar nessa cadeira velha e escrever um monte de baboseiras sobre um número considerável de horas de ficção - algumas baseadas em fatos verídicos, devo dizer. As prioridades foram outras, sabe como? E com isso acabei não dizendo no primeiro semestre do ano que gostaria de assistir desesperadamene no segundo semestre filmes como 'The Dark Night', 'Vicky Cristina Barcelona', 'Sex and the City', 'Mamma Mia!', 'Blindness', 'Elegy' e 'Synechdoche, New York'. Assisti tudo, claro, incluindo adoráveis surpresas como 'In Bruges', mas ainda faltam aqueles filmes desse ano que apesar da vontade, só chegam por aqui durante os dois primeiros meses do próximo ano, que em se tratando de cinema acho que poderíamos contar como doismileoito ainda. Por isso deixo registradas aqui minhas vontades. E também as indicações ao Globo de Ouro 2009, atual responsável pela consumissão cinematográfica hollywoodiana que me arrebatou recentemente e mostrou que nem só de solidão, melancolia, devaneios, sentimentos distorcidos e viagens repentinas para Macaé (nada demais, só aquela velha história de buscar em vodka, futilidades e tequilas a juventude perdida, socializando "cás amiga", não-conhecendo gente interessante e ao invés de aproveitar a última festa, acabar dormindo no carro) vive o Kinho dos posts gigantescos sobre filmes manjados que a maioria das pessoas prefere não assistir. Porque não basta saber que um dia eles chegam, tem que alimentar o TOC comentar.
( Blá blá blá. )
|
|
| DORY KNOWS IT ALL |
[16 Dec 2008|01:52am] |
| [ |
mood |
| |
sad |
] |
| [ |
music |
| |
"stepping stone" - duffy |
] |

"No. No, you can't... STOP! Please don't go away. Please? No one's ever stuck with me for so long before. And if you leave... If you leave... I just... I remember things better with you. I do, look: P. Sherman, forty-two... Forty-two... I remember it. I do. It's there, I know it is, because when I look at you, I can feel it. And... And I look at you and I... and I'm home. Please. I don't want that to go away. I don't want to forget."
|
|
| RECYCLING E-MAILS TO TELL ABOUT ME |
[07 Dec 2008|04:33pm] |
| [ |
mood |
| |
pessimistic |
] |
| [ |
music |
| |
"i will possess your heart" - death cab for cutie |
] |
[...]
Around here, things are pretty much the same - meaning boring. And isn't it weird the way that infortunate events never come alone? Not only I didn't find that deserving someone you were talking about, but in a very short period of time I got a little sick; lost my cellphone; was sex-offended by a guy who started jerking himself off while looking at me in the middle of the movie theater; went throught some difficulties at work and got a little freaked-out, because Brazil decided to get jealous about Houston's Ike and start its own natural disasters.
I don't know if I told you about that, but some women (in fact I prefer the term "crazy religious fanatics bitches") at work were collecting signatures against me because they considered some words of mine to be driving by the Devil and decided to make a revolution by burning me at some stake - at least that was the impression I got when I first faced all the fuzz. It was a little mess, people went crazy about it and I felt really annoyed, feeling like they were treating me like that girl from "The Exorcist" movie. I should've puke on them, actually. But right now things cooled down, some of them apologized and I can make fun of it. Just like the fact I got myself a brand new sex-offender! Even worse than the one in the blue car, remember? This one (an ugly, nasty middle-aged man) appeared when I was inside the movie theater, watching "Burn After Reading" by the Coen Bros. He sat next to me and all of a sudden started to jerk off looking at my face. It was obviously kinda dark, so I didn't see anything but body movements, but it was so gross anyways! I guess I can't help attracting skeezy guys.
About Brazil's recent climate fuzz, for the first time (at least the first time I can remember) the rain got us really bad and in many states (specially in Santa Catarina, down in the south of Brazil) people are not only homeless, but dying. Last time I saw, 80.000 people have had to move from their homes, cause they were either swept away or suffered severe damage. And the numbers are still increasing! Around here damages weren't like it, but it's somewhatl tense because the rain is supposed to last for the next weeks. Remember when I said you should escape to Brazil when Ike show up again around there, so you would be safe? NOT a good idea anymore. Maybe we should go to Sweden, how about that? :)
Among the good news (which are few but... good), there are always some nice bars and nice talks that keep me busy until something big happens. I actually attended two parties this months - and it was kinda good. The first one was a costume party, so I decided to impersonate my very inner "Porky" and went dressed as a nerd - with polo shirt, suspenders, broken glasses and all. I got some compliments about the outfit (many of them came from very drunk people) and took some pictures, but I'm still too embarassed to show it to anyone. The other one was just a regular one (a friend of mine was celebrating his 27th birthday), with tons of booze and all. It was somewhat funny 'cause I burned some CD-Rs and worked as a DJ there for a bit (of course I played only good music like The Kooks and all). Also got a little drunk and did some shameful dance moves, but it was fine and I went home safe.
As I said, things are pretty much the same. People come, people go... But for some reason I feel like I'm standing still, waiting for something that will just not happen. For some reason, life keeps on being pointless. I don't have anywhere to go. I don't talk or hear anything that matters. I miss the calls, e-mails and messages I no longer receive. I still have to face the hours and the unbearable lightness of being - and that pretty much sucks.
Hope you're fine. Hope seeing you soon.
M.
|
|
| ESCAPE FROM |
[26 Nov 2008|03:12pm] |
| [ |
mood |
| |
carrie bradshaw |
] |

I couldn't help but wonder - no matter how far you travel or run from it, can you ever really escape your past?
|
|
| LOST SOMEONE |
[23 Nov 2008|07:12pm] |
| [ |
mood |
| |
sad |
] |
| [ |
music |
| |
"lost someone" - cat power |
] |
I wish I could write you about the wonderful time I'm having around here. Tell you about the nice places I've been into, the nice job I got, the wonderful people I met and the wild sex I had last night. Most of all, I wish I could write you about this joyful sensation that is to be free again. But I just can't. Because the truth is everything looks empty since you've been gone - and it feels to me that I lost the most solid pole I had in my life; a pole I didn't even know it was there, but that is hard to avoid and pretend that never existed. As you see, I am not fine. I kinda lost the pleasure I had in writing and singing - and I can barely concentrate myself into reading. At work people are still collecting signatures against me and for the first month this year, I'm not going to travel. I lost my cell phone, my keys, my passwords... In other words, I lost the self I no loger am. And life isn't make it easy so I won't give up on "her". Every single day is like a probation. It is painful to open my eyes and pretend that eventually, just like the song, every little thing is gonna be all right. I feel like I'm giving up again. And that doesn't mean I'm doing nothing but bitching. On the opposite, for months now I've been trying to start a revolution. I've been trying to figure it out who am I and what the hell do I want from life, by working, travelling, partying and all the bad things that comes along with it. I really tried to find life in my life, but I have failed big time on that and now it makes me realize how devastated I still am. How I wish things to be different. How I miss that pure, simple happiness that was taken from me. Or maybe the happiness I threw away like I always do. I can't tell you where I'm going, I'm not sure of where I've been. All I know is that something always brings me back to you - and it's killing me each day more. Because I can't plan the future by the past. Because I can't go forward and even less step back. Because it doesn't matter how hard you try to make the most of it, how hard you try to be someone else, you will always end up being your plain, hard-to-please, depressive, broken, lonely, lost self. And it is very sad missing someone like that.
|
|
| IF A MAN APPEARS... |
[09 Nov 2008|05:08pm] |
| [ |
mood |
| |
blue |
] |
| [ |
music |
| |
"half-boyfriend" - jay brannan |
] |
... who laughs, who has golden hair and who refuses to answer questions, you will know who he is. If this should happen, please comfort me. Send me word that he has come back.
|
|
| MORE THAN ANYTHING ELSE... |
[06 Nov 2008|01:37pm] |
|
... in the whole world.
|
|
| SOUTHERN ACCENT |
[01 Nov 2008|05:49pm] |
| [ |
mood |
| |
pensive |
] |
| [ |
music |
| |
the kooks :) |
] |

Das coisas que me recuso aprender está o fato de que não importa o lugar, você não conseguirá fugir de si mesmo. Andar e voltar ao ponto de partida; buscar na inanimação a completude de suas inquietações. E foi assim, tentando fugir do eu que não me gosto e de todos os fantasmas que me assombram há pouco mais de quatro meses agora (e que ainda não tomei coragem para transformar em caracteres e deixá-los longe do alcance de minha melancolia nostálgica) -, que aterrissei no sul do Brasil. Terra mítica, de estereótipos bem marcados e lugares encantadores que meus olhos inicialmente desfocados tomaram como um pouco mais do mesmo de sempre. As mesmas ruas, os mesmos papos, a mesma chuva, as mesmas fotografias, os mesmos programas... Toda aquela velha história repetida em um cenário (teoricamente) novo; tudo traçado ao redor de um cansativo conceito que tem "I've Seen it All" como tema principal. Sorte a minha que há a poesia humana.
Não que de uma hora para outra eu tenha me tornado um amante inato dos seres humanos (pelo menos não sem umas boas doses de cachaça com coca-cola); mas me observo melhor através dos olhos alheios e me completo dentro desse mundo particular, que independe de todos. Aí você conhece a surpresa em forma de mãe; o gato que você (re)batiza; as velhas pessoas que você redescobre; as novas pessoas que parecem ser antigas. Aí surgem os filmes nos sofás das salas; os carinhos desinteressados nos quartos; os tropeços pelas ruas; os amassos na cozinha. As fotografias pelas cidades; as bobagens pelos shoppings; o tête-à-tête na TokStok; o silêncio na igreja; as risadas no cinema; a comilança à treze reais; as dressing-up-and-getting-drunk-lady-gaga nights. Porto Alegre, Nova Petrópolis, Gramado, Canela e tantas outras cidades pelo caminho. Então você conquista confianças, perde o respeito, releva desaforos, abstrai o que não te agrada, elogia quem merece e joga para debaixo do tapete o que descartável é. E quando você menos espera, você percebe que está completamente situado em uma nova realidade que, independente de ser melhor ou pior que a anterior, já não deixa você pensar tanto no motivo principal para você estar ali. Cintilância, finalmente, sobreposta à rotina.
E ainda que todas as palavras sejam ajustáveis para qualquer outra viagem, há um quê de novidade em tudo; experiências que elevam o entendimento que você sequer sabia que buscava. Resumindo, há um tempo pisei pela primeira vez no Rio Grande do Sul e não posso me queixar de nada. Se faltou alguma coisa, um brilho especial que me fizesse correr apaixonado pelas ruas das cidades, se algo permaneceu opaco ou não supriu as expectativas que eu sequer tinha, a culpa não foi dos lindos lugares que visitei e das pessoas que (re)encontrei ao longo do caminho; culpadas são as coisas que, assim como o fato de buscar a mim mesmo desistindo do eu que sou, acreditando que não mais me pertenço, sigo recusando aprender. E assim caminha a humanidade o Kinho.
( PHOTOS, COMMENTS AND TONS OF LINKS )
|
|
| TURNING IT BLUE |
[11 Oct 2008|03:08am] |
| [ |
mood |
| |
melancholy |
] |
| [ |
music |
| |
"apologize" - onerepublic |
] |
I'm holding on your rope, got me ten feet off the ground I'm hearin' what you say, but I just can't make a sound You tell me that you need me, then you go and cut me down, but wait You tell me that you're sorry, didn't think I'd turn around And say (that) it's too late to apologize, it's too late I said it's too late to apologize, it's too late.
I'd take another chance, take a fall, take a shot for you I need you like a heart needs a beat, it's nothing new Yeah, I loved you with a fire red now it's turning blue And you say "sorry" like the angel heaven let me think was you But I'm afraid it's too late to apologize, it's too late I said it's too late to apologize, it's too late.
(...)
Isn't it funny when a tacky little song you used to sing as a joke in your past, turn out to be something sad, that tells a lot about your present? It sure is. And maybe that's why (besides the fact world's all about replacements) I need to run away again, trying to find the self I no longer am. Hasta la vista. Or whatever fate has decided for me this time.
|
|
| JUST BECAUSE... |
[10 Oct 2008|12:47am] |
| [ |
mood |
| |
less blue |
] |
| [ |
music |
| |
"nevermind me" - maria mena |
] |
 click for larger
... you did it again with your cute little messenger drawings, always making it a little better everytime I'm feeling blue. :)
|
|
| ELEIÇÕES 08 |
[09 Oct 2008|02:56am] |
| [ |
mood |
| |
kinda sad |
] |
| [ |
music |
| |
"cataracts" - andrew bird |
] |
Acordar duas horas após ter interrompido com bocejos o teu doce telefonema, me fez pensar no sofrimento que seria enfrentar a vida real às seis da manhã. Interrompi o alarme do celular, perdi quinze minutos do tempo que havia estipulado, tomei um banho gelado e corri desvairado pelas ruas, seguido de perto por minhas olheiras de panda, em busca da sala de aula onde eu deveria bancar o mesário mais desestimulado - e desqualificado, porque o folheto que me deram li mal e porcamente enquanto fazia brigadeiro - da história das Eleições. Tudo isso, claro, agarrado de corpo e alma na energia contagiante que meu telefone me proporciona há uns dias agora; nas folgas adoráveis que irão bancar mais uma viagem no final da semana; na lembrança bem humorada da última eleição municipal, onde brinquei de ser fiscal de partido por livre e espontânea pressão. E cá entre nós, tudo surpreendentemente agradável.
A seção mais parecia uma colagem de várias, antigas salas de aula por onde passei. O presidente de mesa estudou comigo da última série do antigo primário até o final do ensino médio; os eleitores, pais de antigos colegas; a outra mesária, irmã de uma antiga comparsa do extinto ginásio, lembrava não só da ascendência do meu sobrenome como de minhas excelente maneiras; e uma jovem secretária, juntamente com uma fiscal de partido que estava cagando para o PMDB, não demoraram para entrar na orgia. Resumindo? Tudo puta e viado! Por isso não foi de se estranhar que os eleitores comentassem a mudança brusca de mesários ("Que mesa jovem e florida!" ou "Antes só dava velho carrancudo, bróder!") - e que todos queriam justificar o voto conosco, os mais animados do colégio, sempre fazendo coreografias com os braços, agradecendo a participação, a preferência e a cordialidade, desejando um ótimo domingo para as dezenas de Josés, Elisabetes e Emeraldinos que apareciam, ainda que estivessem bêbados e mal humorados (quanto mais mal humorados, mais sorrisos e frases de auto-ajuda). Tudo no mais sincero deboche.
No auge da palhaçada, minha mãe, uma aquariana falastrona e atualmente super politizada em seus próprios interesses, que perambulava para lá e para cá com pinta de primeira dama dos pobres esfomeados, em busca da famigerada zerésima, apareceu trazendo pão, mortadela e café para aquecer a tarde dos mesários - mesmo sabendo que além de nunca ter experimentado café, eu prefiro queijo. Era o que faltava para que os mesários de outras seções começassem a nos visitar! E entre tricôs, lanches duvidosos, nomes exóticos de batismo, bêbados, analfabetos, enfermos, empáfias e toda confusão característica, as horas passaram e eu consegui a minha declaração, tendo como único pesar o eleitor maligno, cheio de uma intensa energia negativa, que apareceu diante à mesa, anotou seu número de telefone num papel e me deu. Assim, do nada. Porque ele queria desesperadamente que eu o encontrasse atrás de um hospital para batermos um papo depois que eu terminasse meu expediente.
E a moral de toda essa história eu não sei, mas ao final do dia eu estava vazio e não pude evitar entrar em uma ladeira autodestrutiva que deixaria os melhores surtos de Brenda no chinelo. Fugir de mim mesmo, forçando sorrisos mortos que não preenchem minhas lacunas, antes de dormir pensando no poder de escolha; na tomada de decisões; nos discursos vazios; nas falsas promessas; na crença despropositada; na confiança depositada; nos erros cometidos; na influência que as pessoas exercem umas às outras; em você. Mas isso já não tem qualquer coisa a ver com política, certo?
|
|
| PAUL, |
[04 Oct 2008|02:05am] |
| [ |
mood |
| |
melancholy |
] |
| [ |
music |
| |
"apologize" - one republic |
] |
 1925 - 2008
I know I took too long to say it, but you were my favorite one - and I do miss you.
|
|
| THE WINNER TAKES IT ALL |
[25 Sep 2008|02:25am] |
I don't wanna talk about the things we've gone through. Though its hurting me, now it's history. I've played all my cards - and that's what you've done too. Nothing more to say, no more ace to play. The winner takes it all, the loser standing small. Beside the victory, that's my destiny.
I was in your arms thinking I belonged there. I figured it made sense building me a fence. Building me a home, thinking I'd be strong there. But I was a fool playing by the rules! The gods may throw a dice (their minds as cold as ice) and someone way down here loses someone dear. The winner takes it all, the loser has to fall. It's simple and it's plain. Why should I complain?
But tell me... Does he kiss like I used to kiss you? Does it feel the same when he calls your name? Somewhere deep inside, you must know I miss you. But what can I say? Rules must be obeyed. The judges will decide the likes of me abide. Spectators of the show always staying low. The game is on again: a lover or a friend? A big thing or a small? The winner takes it all.
I don't wanna talk. If it makes you feel sad (and I understand, you've come to shake my hand), I apologize. If it makes you feel bad seeing me so tense, no self-confidence... But you see, the winner takes it all.
|
|
| S.O.S LAYOUT |
[22 Sep 2008|12:18am] |
| [ |
mood |
| |
apathetic |
] |
| [ |
music |
| |
"s.o.s" - abba |
] |
Quase um mês sem escrever nada por aqui e ainda que a mente esteja em ebulição, não dá para não perder o rebolado ao notar meu layout todo zoado, ostentando essas propagandas desalinhadamente insuportáveis. Por isso, antes de qualquer coisa, eu, que há séculos não brinco com códigos HTML, deixo um pedido descarado de socorro: alguém por obséquio poderia dar um jeito nisso pra mim? Sério, porque assim não dá! Não precisa ser nada muito fancy, porque simplicidade é plus. E prometo que feito o Chaves, pagarei tudinho num montão no fim do ano. Ou aparecendo com mais freqüência, com posts menos universais. "Já é?" Grato.
|
|
| navigation |
| [ |
viewing |
| |
most recent entries |
] |
| [ |
go |
| |
earlier |
] |
|
|
|
|